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segunda-feira, 21 de novembro de 2011

Informações sobre a editora Conrad

Olá gente faz um tempo que não venho com um post meu, não é verdade?
Bem, hoje quero lhes falar a respeito da editora Conrad que está aceitando sugestões de mangás para trazer para o Brasil... isso fica apenas entre nós. Caso a editora consiga fechar um contrato grande com os dos títulos mais vendidos do japão aqui vocês podem ter certeza que a quantidade de títulos vai aumentar significativamente por isso eu peço-lhes para enviem suas sugestões de mangás para a Conrad... que no momento está conseguindo contratos pequenos.


Ps: isso foi retirado de uma conversa na quarta-feira da semana passada...

domingo, 13 de novembro de 2011

Sailor Moon the Movie - Official Trailer



Seguindo o exemplo de Naruto Shippuden: Dreamers Fight, live action baseado na série feito por fãs, chegou a vez dos admiradores de Sailor Moon também produzirem alguma coisa similar. Foi lançado há poucos dias, o primeiro trailer de Sailor Moon the Movie (Independent Short), curta de 10 minutos inspirado na primeira temporada do anime.
O projeto já estava sendo trabalhado já alguns meses por fãs americanos da obra de Naoko Takeuchi. Para levar a empreitada adiante, os fãs fizeram uma campanha através da internet pedindo doações para finalizar a produção. O lançamento de Sailor Moon the Movie está marcado para o fim deste mês no YouTube. Abaixo você confere o trailer:




Fonte: ANMTV

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

O Ocidente e a indústria de animação japonesa

Este texto foi inspirado em um artigo publicado recentemente pelo The New York Times, que fala sobre animações japonesas frente aos serviços de streaming americanos Hulu e Netflix. O jornal coloca em questão a importância de séries de anime e seu respectivo investimento pelas empresas, comparando-as seu sucesso no país com seus populares seriados, como Modern Family e Glee.
Enquanto há uma grande batalha com Hollywood em adquirir séries do horário nobre, Hulu e Netflix conseguem facilmente negociar conteúdo estrangeiro — leia-se animes. Como prova de que não são somente enlatados americanos que rendem dinheiro, Naruto: Shippuden, por exemplo, além de ser um dos títulos mais rentáveis do Hulu, é o sexto mais popular na versão Plus do serviço, competindo com Uma Família da Pesada e The Office.
As duas empresas aumentam seu interesse neste tipo de atrações devido ao preço baixo e grande número de espectadores. Para se ter uma ideia, o Hulu paga ao distribuidor de anime uma pequena porcentagem da receita de publicidade e o Netflix paga uma mínima taxa de licenciamento na maioria dos títulos. Tudo isso só poderia resultar em uma grande biblioteca de séries de anime.
Entretanto, se no Brasil sofremos com a demora para a chegada de novos títulos, o que piora com a desvalorização por parte dos canais de TV aberta e fechada, nos Estados Unidos a situação pode não ser muito diferente. O quadro desde a explosão do streaming de animes se inverteu. Estamos falando aqui de pirataria. Vídeos postados por fãs com legendas mal feitas (o que geralmente passa despercebido pelo espectador), deixaram a indústria de animes sem forças para lucrar até mesmo seus títulos mais populares no exterior.
Hoje o Hulu disponibiliza 9.500 episódios de anime e, no início do mês, fechou um acordo com a FUNimation para transmitir cinco séries 48 horas após a exibição japonesa. Já a Netflix conta com 4.000 episódios. Apesar desse investimento, a maior parte das versões oficiais dubladas leva um ano para chegar em DVD ou na TV a cabo nos Estados Unidos, deixando uma enorme abertura para a pirataria. E isso é de conhecimento das distribuidoras: “Há um grupo de fãs hardcore que querem assistir o mais rápido possível. Nós estamos perdendo todo um mercado ao fazê-los esperar 18 meses pela dublagem“, disse Gen Fukunaga, chefe executivo da FUNimation.
Qual é o resultado disso tudo? A pirataria tomou conta de todo Ocidente e faz com que o Japão não se preocupe em exportar algo que já foi visto pela maioria e que inclusive já lucrou o suficiente em seu próprio território. Em outras palavras, não vale mais a pena para o Japão levar animes para fora de seu país. Mesmo assim, serviços de streaming e distribuidoras permanecem tentando encontrar formas para amenizar a situação, oferecendo preços baixos e um ou outro título em simulcast.
Enquanto isso aqui no Brasil ficamos na espera do Crunchyroll, que chega através de uma parceria entre o serviço e a Editora JBC. Além, claro, da promessa da Sony em seu “Animax online”. Mas como tudo que é velho nos Estados Unidos vem para o Brasil, o futuro do streaming legal de animes por aqui pode não ser muito difícil de ser previsto.


Fonte: ANMTV

terça-feira, 25 de outubro de 2011

Marche: Jaspion, o porquê de tanto sucesso



Se você perguntar para um adulto de mais de 35 anos, muito provavelmente ele saberá quem é Jaspion. Se a pergunta for voltada para um jovem de até 20 anos, a resposta será mais vaga. Mas se a pergunta for direcionada para o público com idade entre esses dois intervalos, a resposta vai variar entre alguns “Um herói incrível“, “o melhor tokusatsu que já vi” e finalmente: “Jaspion? Ele era fantástico!”
O Fantástico Jaspion estreou no Brasil em 1986, ainda tímido, sendo distribuído em videolocadoras (um dos negócios mais rentáveis para pequenos empresários nos anos 80) pelo visionário Toshihiko Egashira, que percebeu o grande sucesso que heróis japoneses poderiam fazer no Brasil quando notou que lucrava muito com os VHSs desses seriados, ainda em língua nativa, que ele locava em sua locadora, no bairro da Liberdade.
O boom do herói só aconteceu cerca de pouco mais de um ano depois de aterrissar no Brasil, quando a Rede Manchete passou exibir o seriado em seus programas infantis. Mesmo sendo exibido junto com o seriado Changeman, e mesmo comparado com seus sucessores, nenhum outro tokusatsu conseguiu tamanho sucesso de audiência ou vendagem de produtos licenciados.
Visto de um ponto-de-vista frio, é estranho entender o porquê do sucesso de tal fenômeno, já que Jaspion, a uma primeira vista, não apresenta nenhum diferencial diante dos heróis mais famosos do Japão, ou mesmo se comparado aos heróis dos games e animes. Mesmo no Japão, o herói fez pouquíssimo sucesso, sendo quase cancelado, o que não apenas ocorreu por a Toei Company (gigante japonesa na produção de tokusatsu) conseguir realocar o seriado num horário de menor repercussão dentro da grade de TV Asashi, emissora que até hoje transmite os principais seriados tokusatsu japoneses. Essa rejeição se deu, principalmente, pelos vários traços que Jaspion importou da trilogia dos detetives espaciais (Gavan, Sharivan e Sheidder) que o precederam, o que foi considerado “plágio” pelo público nipônico.
A resposta para tal indagação só vem após reconhecer os valores mais singelos e quase desapercebidos da história do herói e entender como o contexto sociocultural influenciou a alta audiência do seriado.
Jaspion tem um enredo infantilmente simples, mas que se funde a um drama maduro que muito agrada aos fãs de ficção científica. Aliado a isso, nos anos 80, o abarrotamento de títulos nas bancas de heróis americanos da DC e Marvel Comics (mesmo estas estando passando por uma época de ouro) pedia novidades, algo que fugisse dos padrões estabelecidos, e é aí que entra nosso herói japonês.
Para início de conversa, diferente de Bruce Wayne, Peter Parker ou Clark Kent, Jaspion não possui um identidade secreta, é só Jaspion e pronto. Ele é herói o tempo todo, não compartilhando de vidas duplas ou segundos planos ou carreiras; seu foco é unica e exclusivamente a missão passada pelo profeta-ancião Edin: vencer Satan Goss (Satan Gorth, no original) e livrar a Terra (e, de quebra, o universo inteiro) de se tornar o Grande Império dos Monstros sonhado pelo inimigo.
Aliás, qualquer semelhança com os objetivos do vilão e aparência das vestimentas, naves e robôs com Star Wars não é mera coincidência. Os produtores do seriado eram grandes fãs dos filmes de George Lucas, por isso várias pitadas deste rico universo foram adicionadas a Jaspion.
Mas, voltando ao herói, um seriado infantil não consegue prender a atenção dos pequeninos se não tiver elementos que as entretenha. Em Jaspion, são três os principais chamarizes:
- a personalidade do herói: Jaspion é um herói bonachão, divertido, brincalhão e cheio de caras-e-bocas quando não está em ação, mas se torna um ser responsável, confiante e determinado nas horas mais precisas, seja com ou sem o uso da metaltex, a armadura que ele veste em um movimento muito singelo e muito fácil de ser imitado pelas crianças.
- a qualidade dos monstros: muitos pais acreditam que as crianças “compram” qualquer ideia fantasiosa na frente da TV. Enganan-se. Mesmo em idade de educação básica, as crianças já conseguem medir o quão importante pode ser o tempo dedicado a assistir um seriado e o elemento monstro exerce muita influência. Quanto mais interessante aos seus olhos, mais a criança terá interesse em continuar a assistir e a entender como o herói bonachão vai dar conta do terror do monstro. O visual é um aspecto importante e que é muito bem trabalhado em Jaspion: monstros e vilões sem exageros, misturados com vários elementos terrestres, pré-históricos e sem repetecos de fórmulas americanas e japonesas.
- o Gigante Guerreiro Daileon: se o leitor já assistiu Changeman ou algum seriado da franquia Power Rangers, sabem como as lutas de robôs se desgastaram com o tempo e sabem como elas tendem a ser cansativas e monótonas. Apesar dos padrões da época (aparecer em todo episódio, finalizar com o mesmo leque de golpes), Daileon foi um diferencial em Jaspion. Primeiro, por o robô gigante ter ao longo de seriado diversas lutas interessantes, com movimentos que enchem os olhos das crianças, cheios de golpes e ações inesperadas. Segundo, por o visual do robô dar a sensação de grandeza que um robô gigante precisa ter e não possuir elementos que incomodam o telespectador, como a cabeça cone do ChangeRobô, por exemplo. Terceiro, porque uma luta de robôs era inédita nos anos 80 do Brasil; o máximo que os brasileiros já tinham assistido em proporções quilométricas foi um Ultraman aumentar de tamanho ou um Godzilla destruindo toda a cidade.
Também é de se levar em conta o papel formador que a TV exercia em plena década de 80. Com uma inflação exorbitante, uma economia que obrigava as donas-de-casa a sai do lar para ajudar na renda familiar e a volta da liberdade de imprensa, a TV se tornou não só um meio de comunicação democrático, mas também a fonte de entretenimento mais barato e interessante para qualquer nível de classe social da época.
Considerações finais
Apesar do nível de sucesso de Jaspion ser tão gritante se compararmos Japão e Brasil, é facilmente identificável que o esse sucesso em terras tupiniquins não se deu única e exclusivamente pelo ineditismo da série no país.
Jaspion, seja como série ou como personagem, tem um carisma ímpar, pouco visto em quaisquer outras séries tokusatsu ou desenhos animados. De personalidade inocente e clara, mas com um pano de fundo cheio de referências, enredo e drama, a série conquista os olhos das crianças e o coração dos adultos.
Após assistir Jaspion é incrível perceber como a palavra herói é simples e descomplicada. A mensagem de heroísmo passada por Jaspion em cada episódio é algo próximo ao que um filho sente por um pai: um cara invencível, que tudo pode e a tudo vence. Não por ser seu pai, não por ter músculos, superforça ou superpoderes, mas por ser a figura perfeita do bondoso e altruísta herói que a tudo e a todos enfrenta com a força do coração


Fonte: ANMTV

terça-feira, 18 de outubro de 2011

10.000 passagens de graça para o Japão!!!!

Os amantes da cultura japonesa ficarão felizes com essa notícia. A agência de turismo japonesa do governo japonês está organizando um programa para oferecer 10.000 passagens de graça para turistas estrangeiros.

A medida está sendo feita para restaurar o turismo estrangeiro desde o conhecido Higashi Nihon Daishinsai, em outras palavras, o grande terremoto que devastou o Japão no primeiro semestre desse ano.

Com o custo em, aproximadamente, 1.1 bilhões de ienes, cerca de 14 milhões de dólares, o objetivo do programa é que os participantes espalhem pela internet como foram suas viagens e, por extensão, a segurança que é viajar para o Japão agora. Os visitantes também irão preencher um formulário sobre como eles se sentiram por terem visitado o Japão após o terremoto e se possuem alguma proposta de como renovar o interesse turismo.

A agência irá aceitar a maioria das inscrições pela internet, e se os planos de viagem do participante serem parecidos com os do critério do programa, a agência irá patrocinar as passagens para o Japão.

Fonte: AniMIX

PS: desculpem-me por ficar sem dar noticias por algum tempo.

quarta-feira, 12 de outubro de 2011

One Piece: recém-nascido ganha nome de personagem da série.

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Se você pensava que colocar nomes estranhos nos filhos era só coisa de brasileiro, está muito enganado. Os japoneses também possuem criatividade na hora de fazer isso. Fã do mangá One Piece, a modelo japonesa Hikari Kamikawa batizou seu filho recém-nascido como Portgas D. Ace, um dos personagens mais carismáticos da série criada por Eiichiro Oda.
A palavra “Ace” não é comum na língua japonesa, e pode ser difícil para as pessoas pronunciarem corretamente. O Japão possui uma lista de nomes proibidos, justamente para evitar que os pais cometam exageros na hora de registrar os filhos, mas a escolha da Hikari é legal. Fãs da modelo comemoraram a escolha, mas outros estão preocupados com o futuro do menino e como ele será tratado pela sociedade, a medida que for crescendo.
Em 2010, a revista Dengeki divulgou os resultados de uma enquete feita com o público, onde perguntava quais os nomes de personagens de anime as pessoas dariam a seus filhos. Séries como Final Fantasy, K-ON! e Clannad foram as escolhas mais populares.


Fonte: ANMTV

PS: E costumam falar que o pessoal da informática vive perdendo tempo pesquisando nomes bizarros das pessoas tive um amigo que me falou que o irmão dele fez uma lista de sobrenomes bizarros, aviso esse irmão era funcionário público...

terça-feira, 19 de abril de 2011

Hajimemashite!! \o/

Olá!! Sou a Kath!!

Serei mais uma integrante da equipe daqui pra frente, não trabalharei diretamente postando no blog, mas aceito suas sugestões e dúvidas para melhor ainda mais o Anime`s Surf!!

Vou trabalhar mais com layout, formatação dos textos, organização da página, divulgação e muitas outras coisas!!! ^^

Serei quase uma integrante Konoichi (ninja mulher)!! Só trabalho oculta!! =D

Então deixarei meu e-mail para quem quiser mandar sua suges
tão (chibikath@gmail.com), lembrando que o título DEVE ser "Sugestão da nova onda" ou deixe um comentário neste post, estarei aqui para deixar a Anime`s Surf mais charmosa!!

Então entre nessa onda de informações!! ^^V

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